sexta-feira, 31 de agosto de 2012

História e características da CARICATURA


Chama-se caricatura todo desenho que acentua detalhes ridículos. O desenho caricatural constitui um gênero de cu Caricatura - História e Características
Chama-se caricatura todo desenho que acentua detalhes ridículos. O desenho caricatural constitui um gênero de cunho satírico, mas não obrigatoriamente cômico. A caricatura é a reprodução gráfica de uma pessoa, animal ou coisa, de uma cena ou episódio, exagerando-se certos aspectos com intenção satírica, burlesca ou crítica. O vocábulo (do italiano caricatura, de caricare, "carregar", "acentuar") foi utilizado pela primeira vez em 1646, para designar uma série de desenhos satíricos de Agostino Carracci que focalizava tipos populares de Bolonha. O termo, porém, já fazia parte do jargão artístico.
A princípio considerada mero divertimento, a caricatura tornou-se importante atividade artística. Entre seus cultores incluem-se diversos nomes significativos na história das artes visuais. A propensão para o caricatural ocorre em todos os artistas de tendência expressionista - não fora o expressionismo, mais do que um simples estilo, uma forma original de conceber o mundo e a existência. De certo modo, cultivaram a caricatura, ou sofreram sua influência, grandes artistas de todos os tempos, como Bosch e Quentin Metsys, Leonardo da Vinci e Arcimboldo, Jacques Callot e Goya, Ensor e George Grosz. Os "Caprichos" de Goya, por exemplo, têm linguagem afim à da caricatura, cuja intenção mais profunda não é ridicularizar nem provocar o riso fácil, e sim, como escreveu Claude Henri Watelet em 1792, "fixar os caracteres e as expressões".
Outra característica da caricatura é transcender o individual, para particularizar o coletivo de uma época ou de um povo: a figura de John Bull, por exemplo, criada por Sir John Tenniel e John Leech, mais que um desenho caricato, é um símbolo do povo britânico, de suas mais íntimas convicções. Como bem observou o brasileiro Herman Lima, o personagem ideal John Bull terminou "representado em pessoa por Winston Churchill, mostrando assim o poder verdadeiramente divinatório dos caricaturistas que primeiro o idealizaram". Do mesmo modo, Tio Sam, de Thomas Nast (em boa parte inspirado em Abraham Lincoln), ultrapassa a condição de caricatura, que teve inicialmente, para caracterizar o americano, externa e intimamente considerado.
Transcende também a caricatura o domínio do puramente visual. Já em 1857, Baudelaire escrevia ter ela direito às atenções de historiadores, arqueólogos e filósofos. Pode ser-lhe aplicado o que Baudelaire afirmou da obra de Honoré Daumier: "Por ela, o povo podia falar ao povo." Não admira que, nos regimes autoritários, toda vez que a manifestação do pensamento se vê cerceada ou suprimida, caiba papel de destaque aos caricaturistas.
O cartoon, gênero criado pelos ingleses, caracteriza-se basicamente por seu aspecto anedótico. Compõe-se geralmente de um desenho e pode vir acompanhado ou não de palavras. Do cartoon em sequência surgiu a história em quadrinhos. Já o desenho de humor explora os aspectos não-anedóticos dos fatos e tem no acontecimento contemporâneo sua matéria-prima, focalizando-o em geral de modo ameno, embora às vezes assuma o caráter de humor negro.
A caricatura já era conhecida dos egípcios (o museu de Turim guarda um papiro que retrata o faraó Ramsés II com orelhas de burro), gregos (pinturas em vasos) e romanos (afrescos de Pompéia e Herculano). Dela se utilizaram arquitetos e escultores românicos e góticos nas fachadas e capitéis das catedrais, e com ela miniaturistas preencheram as margens de centenas de manuscritos, mesmo de alguns acentuadamente religiosos. Como arte independente, porém, a caricatura é fruto da Renascença, devendo-se a Annibale Carracci o primeiro exemplar do gênero, hoje no museu de Estocolmo: um desenho que representa um casal de cantores italianos, feito em 1600.
A época dos que se dedicaram à caricatura como uma arte autônoma teve início com Pier Leone Ghezzi (1674-1755). Até então, essa atividade era praticada quase exclusivamente por pintores em momentos de descanso de seus trabalhos "sérios". A partir do século XVIII, a caricatura floresceu, primeiro com Romeyn de Hooghe, nos Países Baixos, e logo depois com William Hogarth, pai da caricatura britânica e da caricatura social, entre cujos continuadores podem ser mencionados Thomas Rowlandson e George Cruikshank. Em oposição à caricatura pessoal, surge, com George Townshend (1724-1807), em fins do século XVIII, a caricatura política, que iria ter seu mais notável representante em James Gillray (1757-1815).
A invenção da litografia pelo alemão Aloys Senefelder, nos últimos anos do século XVIII, contribuiu bastante para a divulgação da caricatura. Até então, o caricaturista utilizava apenas matrizes de metal, gravando o desenho em folhas soltas, com poucas possibilidades de divulgação de seus trabalhos - os quais nunca ultrapassavam os círculos socialmente mais elevados da população. A litografia, possibilitando grandes tiragens e preços menores, facilitou a disseminação da caricatura.
Logo em seguida, e ainda como conseqüência direta da litografia, surgiram os periódicos especialmente dedicados à caricatura, entre os quais o semanário La Caricature (1830) e o diário Le Charivari, franceses, ambos fundados por Charles Philipon. À ação estimulante de Philipon deve a história da caricatura alguns de seus nomes mais ilustres, como Grandville (Jean Ignace Isidore Gérard), Gustave Doré, Cavarni e, sobretudo, Honoré Daumier - talvez o maior caricaturista de todos os tempos, autor de 3.958 litografias, entre as quais dezenas de obras-primas, incomparáveis ao mesmo tempo pelo apuro técnico, expressividade e espírito crítico.
Na senda aberta por La Caricature, logo apareceriam numerosos outros periódicos, em toda a Europa, entre eles, na Inglaterra, Punch (1841) - intimamente ligado à história do desenho de humor, à caricatura de índole social - e Simplicissimus (1896), na Alemanha.
Entre os mais famosos caricaturistas do século XIX encontram-se Philibert Louis Debucourt, Louis-Léopold Boilly, Jean-Baptiste Isabey e Henri Monnier, na França; Robert Seymour, John Doyle e seu filho, Richard Doyle, John Leech, John Tenniel e d'Orsay, na Grã-Bretanha; Thomas Nast, Joseph Keppler e Bernhard Gillam, nos Estados Unidos; Virgínio, na Itália, e Eduard Schleich, na Alemanha. No período de transição, a meio caminho entre os séculos XIX e XX, destacam-se os nomes dos ingleses Carlo Pellegrini (Ape) e Max Beerbohm; dos franceses Caran d'Ache (Emmanuel Poiré), Jean-Louis Forain e Toulouse-Lautrec; do sueco Olaf Gulbransson, do alemão Eduard Thöny.
No século XX, período das grandes conflagrações internacionais, das convulsões sociais, das ideologias totalitárias, a caricatura encontraria farto material a explorar, com destaque para nomes como os de Charles Dana Gibson e Art Yong nos Estados Unidos, David Low no Reino Unido, Louis Raemaekers nos Países Baixos, Sennep (Jean-Jacques Pennès) na França e Fritz Meinhard na Alemanha.
No que diz respeito ao cartoon, merecem menção especial Wilhelm Busch e Edward Lear, George Belcher e Aubrey Beardsley, Constantin Guys e Eugène Lami, no século XIX; Saul Steinberg, André François, Manzi, Chaval (Yvan Le Louarn) Tomi Ungerer, Miguel Covarrubias e Ralph Barton, no século XX.
Caricatura no Brasil
A dar-se crédito a Rodrigo José Ferreira Bretas, primeiro biógrafo do Aleijadinho, caberia ao famoso escultor e arquiteto mineiro do século XVIII a prioridade na história da caricatura brasileira. Bretas afirma ter o Aleijadinho reproduzido, em um grupo de são Jorge com o dragão, os traços de certo coronel José Romão, seu desafeto. Todavia, o verdadeiro iniciador da caricatura no Brasil foi Manuel de Araújo Porto Alegre, que publicou a primeira caricatura, anonimamente, no Jornal do Comércio de 14 de dezembro de 1837: uma sátira ao jornalista Justiniano José da Rocha, inimigo do artista.
O primeiro periódico a imprimir caricaturas foi a Lanterna Mágica, publicado no Rio de Janeiro entre 1844 e 1845, possivelmente por iniciativa de Araújo Porto Alegre. O mais notável caricaturista da época foi, porém, Rafael Mendes de Carvalho, colaborador daquele periódico. Número razoável de caricaturas anônimas, quase todas litografadas em estabelecimentos como o de Frederico Guilherme Briggs, surge no Rio de Janeiro em fins da primeira metade do século XIX: são, na maior parte, caricaturas políticas, de grande virulência.
Ao lado de tais caricaturas soltas, vendidas separadamente em papelarias, surgem publicações como O Caricaturista, que sucedeu ao Sete de Abril, todas de vida efêmera. Mais importância teriam a Marmota Fluminense (1849) e o Charivari Nacional (1862). Na Vida Fluminense (1868) colaboraria desde o primeiro número Ângelo Agostini, um dos maiores caricaturistas brasileiros do século XIX. Em 1875, o pintor português Rafael Bordalo Pinheiro fixa-se no Rio e passa a colaborar com caricaturas em O Mosquito e em outras publicações do gênero.
Outro famoso pintor que publicou caricaturas na imprensa carioca foi Pedro Américo, secundado por Aurélio de Figueiredo e Décio Vilares. Em 1876, Agostini publicou o primeiro número da Revista Ilustrada, a que Joaquim Nabuco chamaria, anos depois, "Bíblia da Abolição dos que não sabem ler", tal o empenho com que se lançou em prol da emancipação dos escravos no Brasil.
O ano de 1900 inaugurou uma fase nova na história da caricatura brasileira, com a fundação da Revista da Semana, por Álvaro de Tefé, de volta da Europa, de onde trouxera novos processos técnicos de impressão: o fotozinco e a fotogravura. Pela mesma época surgem no Rio de Janeiro três grandes caricaturistas: Raul Pederneiras (Raul), Calixto Cordeiro (K. Lixto) e J. Carlos, que podem ser considerados os primeiros caricaturistas verdadeiramente brasileiros. O aparecimento de jornais e revistas possibilitaria amplo desenvolvimento à caricatura de cunho social e político.
J. Carlos foi o mais completo caricaturista brasileiro dessa fase, tendo praticado de modo superior todas as modalidades da caricatura - do portrait-charge à sátira política, e da ilustração à crítica social. Nesse período destaca-se também Voltolino, em São Paulo. Por volta de 1930, começariam a surgir na imprensa novos caricaturistas, que já se distinguiam pela maior modernidade do traço e pelo modo contemporâneo de encarar o motivo. Dentre esses, destacam-se os portrait-chargistas Andrés Guevara, paraguaio, Enrique Figueroa, mexicano, Alvarus (Álvaro Cotrim) e Mendez (Mário Mendes).
Dos caricaturistas desse período, alguns dos mais importantes são: Max Yantok, cujo traço era arrojado para a época, Antônio Gabriel Nássara, de traço bastante sintético, Gil, Alfredo Storni, Vasco Lima, Seth (Álvaro Marins), Luís Peixoto, Emiliano Di Cavalcanti, Ramos Lobão, Emílio Cardoso Aires, Fritz (Anísio Oscar Mota) e Rian (Nair de Teffé), a primeira mulher caricaturista do Brasil.
A caricatura política declinou em 1937, com a implantação do Estado Novo, que instaurou a censura prévia. A segunda guerra mundial, porém, deu ensejo a sátiras notáveis contra os regimes totalitários, da parte de J. Carlos, Belmonte (Benedito Barreto), criador do Juca Pato, Téo (Djalma Ferreira), Andrès Guevara e Augusto Rodrigues, então muito moço. Entre fins da década de 1940 e início de 1950, surgem Hilde Weber na charge política, Péricles (Péricles de Andrade Maranhão), criador da figura do Amigo da Onça, e o humor popular de Carlos Estêvão.
Sobressai nesse período o humorista Millôr Fernandes, que abriu caminho para o aparecimento, nos anos 60 e 70, de caricaturistas como Ziraldo (Ziraldo Alves Pinto), Borjalo (Mauro Borja Lopes), Fortuna (Reginaldo Azevedo), Jaguar (Sérgio Jaguaribe), Claudius (Claudius Ceccon), Appe (Amilde Pedrosa), Lan (Franco Vaselli), e especialmente, pela essencialidade do traço, Henfil (Henrique Souza Filho). Na década de 1980 e 1990 sobressaíram-se Luís Fernando Veríssimo, Miguel Paiva e, na charge política, Chico Caruso.

Fonte: < http://www.emdiv.com.br/arte/enciclopediadaarte/685-caricatura-historia-e-caracteristicas.html >
Acessado em 31 de agosta de 2012nho satírico, mas não obrigatoriamente cômico. A caricatura é a reprodução gráfica de uma pessoa, animal ou coisa, de uma cena ou episódio, exagerando-se certos aspectos com intenção satírica, burlesca ou crítica. O vocábulo (do italiano caricatura, de caricare, "carregar", "acentuar") foi utilizado pela primeira vez em 1646, para designar uma série de desenhos satíricos de Agostino Carracci que focalizava tipos populares de Bolonha. O termo, porém, já fazia parte do jargão artístico.
A princípio considerada mero divertimento, a caricatura tornou-se importante atividade artística. Entre seus cultores incluem-se diversos nomes significativos na história das artes visuais. A propensão para o caricatural ocorre em todos os artistas de tendência expressionista - não fora o expressionismo, mais do que um simples estilo, uma forma original de conceber o mundo e a existência. De certo modo, cultivaram a caricatura, ou sofreram sua influência, grandes artistas de todos os tempos, como Bosch e Quentin Metsys, Leonardo da Vinci e Arcimboldo, Jacques Callot e Goya, Ensor e George Grosz. Os "Caprichos" de Goya, por exemplo, têm linguagem afim à da caricatura, cuja intenção mais profunda não é ridicularizar nem provocar o riso fácil, e sim, como escreveu Claude Henri Watelet em 1792, "fixar os caracteres e as expressões".
Outra característica da caricatura é transcender o individual, para particularizar o coletivo de uma época ou de um povo: a figura de John Bull, por exemplo, criada por Sir John Tenniel e John Leech, mais que um desenho caricato, é um símbolo do povo britânico, de suas mais íntimas convicções. Como bem observou o brasileiro Herman Lima, o personagem ideal John Bull terminou "representado em pessoa por Winston Churchill, mostrando assim o poder verdadeiramente divinatório dos caricaturistas que primeiro o idealizaram". Do mesmo modo, Tio Sam, de Thomas Nast (em boa parte inspirado em Abraham Lincoln), ultrapassa a condição de caricatura, que teve inicialmente, para caracterizar o americano, externa e intimamente considerado.
Transcende também a caricatura o domínio do puramente visual. Já em 1857, Baudelaire escrevia ter ela direito às atenções de historiadores, arqueólogos e filósofos. Pode ser-lhe aplicado o que Baudelaire afirmou da obra de Honoré Daumier: "Por ela, o povo podia falar ao povo." Não admira que, nos regimes autoritários, toda vez que a manifestação do pensamento se vê cerceada ou suprimida, caiba papel de destaque aos caricaturistas.
O cartoon, gênero criado pelos ingleses, caracteriza-se basicamente por seu aspecto anedótico. Compõe-se geralmente de um desenho e pode vir acompanhado ou não de palavras. Do cartoon em sequência surgiu a história em quadrinhos. Já o desenho de humor explora os aspectos não-anedóticos dos fatos e tem no acontecimento contemporâneo sua matéria-prima, focalizando-o em geral de modo ameno, embora às vezes assuma o caráter de humor negro.
A caricatura já era conhecida dos egípcios (o museu de Turim guarda um papiro que retrata o faraó Ramsés II com orelhas de burro), gregos (pinturas em vasos) e romanos (afrescos de Pompéia e Herculano). Dela se utilizaram arquitetos e escultores românicos e góticos nas fachadas e capitéis das catedrais, e com ela miniaturistas preencheram as margens de centenas de manuscritos, mesmo de alguns acentuadamente religiosos. Como arte independente, porém, a caricatura é fruto da Renascença, devendo-se a Annibale Carracci o primeiro exemplar do gênero, hoje no museu de Estocolmo: um desenho que representa um casal de cantores italianos, feito em 1600.
A época dos que se dedicaram à caricatura como uma arte autônoma teve início com Pier Leone Ghezzi (1674-1755). Até então, essa atividade era praticada quase exclusivamente por pintores em momentos de descanso de seus trabalhos "sérios". A partir do século XVIII, a caricatura floresceu, primeiro com Romeyn de Hooghe, nos Países Baixos, e logo depois com William Hogarth, pai da caricatura britânica e da caricatura social, entre cujos continuadores podem ser mencionados Thomas Rowlandson e George Cruikshank. Em oposição à caricatura pessoal, surge, com George Townshend (1724-1807), em fins do século XVIII, a caricatura política, que iria ter seu mais notável representante em James Gillray (1757-1815).
A invenção da litografia pelo alemão Aloys Senefelder, nos últimos anos do século XVIII, contribuiu bastante para a divulgação da caricatura. Até então, o caricaturista utilizava apenas matrizes de metal, gravando o desenho em folhas soltas, com poucas possibilidades de divulgação de seus trabalhos - os quais nunca ultrapassavam os círculos socialmente mais elevados da população. A litografia, possibilitando grandes tiragens e preços menores, facilitou a disseminação da caricatura.
Logo em seguida, e ainda como conseqüência direta da litografia, surgiram os periódicos especialmente dedicados à caricatura, entre os quais o semanário La Caricature (1830) e o diário Le Charivari, franceses, ambos fundados por Charles Philipon. À ação estimulante de Philipon deve a história da caricatura alguns de seus nomes mais ilustres, como Grandville (Jean Ignace Isidore Gérard), Gustave Doré, Cavarni e, sobretudo, Honoré Daumier - talvez o maior caricaturista de todos os tempos, autor de 3.958 litografias, entre as quais dezenas de obras-primas, incomparáveis ao mesmo tempo pelo apuro técnico, expressividade e espírito crítico.
Na senda aberta por La Caricature, logo apareceriam numerosos outros periódicos, em toda a Europa, entre eles, na Inglaterra, Punch (1841) - intimamente ligado à história do desenho de humor, à caricatura de índole social - e Simplicissimus (1896), na Alemanha.
Entre os mais famosos caricaturistas do século XIX encontram-se Philibert Louis Debucourt, Louis-Léopold Boilly, Jean-Baptiste Isabey e Henri Monnier, na França; Robert Seymour, John Doyle e seu filho, Richard Doyle, John Leech, John Tenniel e d'Orsay, na Grã-Bretanha; Thomas Nast, Joseph Keppler e Bernhard Gillam, nos Estados Unidos; Virgínio, na Itália, e Eduard Schleich, na Alemanha. No período de transição, a meio caminho entre os séculos XIX e XX, destacam-se os nomes dos ingleses Carlo Pellegrini (Ape) e Max Beerbohm; dos franceses Caran d'Ache (Emmanuel Poiré), Jean-Louis Forain e Toulouse-Lautrec; do sueco Olaf Gulbransson, do alemão Eduard Thöny.
No século XX, período das grandes conflagrações internacionais, das convulsões sociais, das ideologias totalitárias, a caricatura encontraria farto material a explorar, com destaque para nomes como os de Charles Dana Gibson e Art Yong nos Estados Unidos, David Low no Reino Unido, Louis Raemaekers nos Países Baixos, Sennep (Jean-Jacques Pennès) na França e Fritz Meinhard na Alemanha.
No que diz respeito ao cartoon, merecem menção especial Wilhelm Busch e Edward Lear, George Belcher e Aubrey Beardsley, Constantin Guys e Eugène Lami, no século XIX; Saul Steinberg, André François, Manzi, Chaval (Yvan Le Louarn) Tomi Ungerer, Miguel Covarrubias e Ralph Barton, no século XX.
Caricatura no Brasil
A dar-se crédito a Rodrigo José Ferreira Bretas, primeiro biógrafo do Aleijadinho, caberia ao famoso escultor e arquiteto mineiro do século XVIII a prioridade na história da caricatura brasileira. Bretas afirma ter o Aleijadinho reproduzido, em um grupo de são Jorge com o dragão, os traços de certo coronel José Romão, seu desafeto. Todavia, o verdadeiro iniciador da caricatura no Brasil foi Manuel de Araújo Porto Alegre, que publicou a primeira caricatura, anonimamente, no Jornal do Comércio de 14 de dezembro de 1837: uma sátira ao jornalista Justiniano José da Rocha, inimigo do artista.
O primeiro periódico a imprimir caricaturas foi a Lanterna Mágica, publicado no Rio de Janeiro entre 1844 e 1845, possivelmente por iniciativa de Araújo Porto Alegre. O mais notável caricaturista da época foi, porém, Rafael Mendes de Carvalho, colaborador daquele periódico. Número razoável de caricaturas anônimas, quase todas litografadas em estabelecimentos como o de Frederico Guilherme Briggs, surge no Rio de Janeiro em fins da primeira metade do século XIX: são, na maior parte, caricaturas políticas, de grande virulência.
Ao lado de tais caricaturas soltas, vendidas separadamente em papelarias, surgem publicações como O Caricaturista, que sucedeu ao Sete de Abril, todas de vida efêmera. Mais importância teriam a Marmota Fluminense (1849) e o Charivari Nacional (1862). Na Vida Fluminense (1868) colaboraria desde o primeiro número Ângelo Agostini, um dos maiores caricaturistas brasileiros do século XIX. Em 1875, o pintor português Rafael Bordalo Pinheiro fixa-se no Rio e passa a colaborar com caricaturas em O Mosquito e em outras publicações do gênero.
Outro famoso pintor que publicou caricaturas na imprensa carioca foi Pedro Américo, secundado por Aurélio de Figueiredo e Décio Vilares. Em 1876, Agostini publicou o primeiro número da Revista Ilustrada, a que Joaquim Nabuco chamaria, anos depois, "Bíblia da Abolição dos que não sabem ler", tal o empenho com que se lançou em prol da emancipação dos escravos no Brasil.
O ano de 1900 inaugurou uma fase nova na história da caricatura brasileira, com a fundação da Revista da Semana, por Álvaro de Tefé, de volta da Europa, de onde trouxera novos processos técnicos de impressão: o fotozinco e a fotogravura. Pela mesma época surgem no Rio de Janeiro três grandes caricaturistas: Raul Pederneiras (Raul), Calixto Cordeiro (K. Lixto) e J. Carlos, que podem ser considerados os primeiros caricaturistas verdadeiramente brasileiros. O aparecimento de jornais e revistas possibilitaria amplo desenvolvimento à caricatura de cunho social e político.
J. Carlos foi o mais completo caricaturista brasileiro dessa fase, tendo praticado de modo superior todas as modalidades da caricatura - do portrait-charge à sátira política, e da ilustração à crítica social. Nesse período destaca-se também Voltolino, em São Paulo. Por volta de 1930, começariam a surgir na imprensa novos caricaturistas, que já se distinguiam pela maior modernidade do traço e pelo modo contemporâneo de encarar o motivo. Dentre esses, destacam-se os portrait-chargistas Andrés Guevara, paraguaio, Enrique Figueroa, mexicano, Alvarus (Álvaro Cotrim) e Mendez (Mário Mendes).
Dos caricaturistas desse período, alguns dos mais importantes são: Max Yantok, cujo traço era arrojado para a época, Antônio Gabriel Nássara, de traço bastante sintético, Gil, Alfredo Storni, Vasco Lima, Seth (Álvaro Marins), Luís Peixoto, Emiliano Di Cavalcanti, Ramos Lobão, Emílio Cardoso Aires, Fritz (Anísio Oscar Mota) e Rian (Nair de Teffé), a primeira mulher caricaturista do Brasil.
A caricatura política declinou em 1937, com a implantação do Estado Novo, que instaurou a censura prévia. A segunda guerra mundial, porém, deu ensejo a sátiras notáveis contra os regimes totalitários, da parte de J. Carlos, Belmonte (Benedito Barreto), criador do Juca Pato, Téo (Djalma Ferreira), Andrès Guevara e Augusto Rodrigues, então muito moço. Entre fins da década de 1940 e início de 1950, surgem Hilde Weber na charge política, Péricles (Péricles de Andrade Maranhão), criador da figura do Amigo da Onça, e o humor popular de Carlos Estêvão.
Sobressai nesse período o humorista Millôr Fernandes, que abriu caminho para o aparecimento, nos anos 60 e 70, de caricaturistas como Ziraldo (Ziraldo Alves Pinto), Borjalo (Mauro Borja Lopes), Fortuna (Reginaldo Azevedo), Jaguar (Sérgio Jaguaribe), Claudius (Claudius Ceccon), Appe (Amilde Pedrosa), Lan (Franco Vaselli), e especialmente, pela essencialidade do traço, Henfil (Henrique Souza Filho). Na década de 1980 e 1990 sobressaíram-se Luís Fernando Veríssimo, Miguel Paiva e, na charge política, Chico Caruso.

Acessado em 31 de agosta de 2012
Por: Denis Basílio

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Guarulhos Mostra sua Cara


Um projeto que visa retratar e divulgar os vultos da cidade por meio da arte da caricatura.

E. E. José Alves de Cerqueira César
Alunos envolvidos: Ensino fundamental
Idealização: Denis Basílio de Oliveira - Artes
Participação: Pedro Augusto da Conceição - História

Introdução
            Guarulhos mostra sua cara, é um projeto que visa divulgar e retratar as pessoas que fizeram e fazem parte da cultura, da sociedade e da história da cidade de Guarulhos, que de alguma maneira contribuíram ou contribuem para melhorar a vida no município com suas ações tanto profissional como pessoal para que os alunos da E. E. José Alves de Cerqueira César, envolvidos no projeto, possam conhecer e entender o que significa participar plenamente da vida social da comunidade em que vive, usando para tal, a produção de caricaturas dessas personalidades. Assim eles poderão saber quem são as pessoas que influenciaram, podem influenciar ou ajudar nas tomadas de decisões que envolvem o lugar onde vivem.
Muitas pessoas que dão nome aos logradouros públicos são desconhecidas dos alunos. Com o projeto, será possível por meio da pesquisa, levantar os nomes dessas pessoas, saber quem foram para mostras “suas caras” (fisionomia) na escola tornando-as visíveis para a comunidade que não teve a oportunidade de conhecê-las.
Mesmo os nomes das que estão atuando na vida social da cidade e que possuem alguma notoriedade, passam despercebidos quando citados na sala de aula, o que justifica a necessidade de um projeto como esse para integrar e tornar conhecidas as pessoas que estão atuando na cidade, as quais, eles podem se deparar pelas ruas ou em qualquer lugar por onde transitam, incluindo vê-las nas mídias locais.
Uma educação básica, começa com o conhecimento e o reconhecimento do lugar onde se vive, entendendo o que se faz e quem faz a diferença no seu entorno, para poder participar o quanto antes das decisões como cidadão crítico e integrado ao meio que o cerca.
Eles poderão entender melhor a importância, a necessidade, o por que e como os grandes vultos nacionais se tornaram célebres, sabendo o que as pessoas a sua volta estão fazendo para se tornarem conhecidas e posteriormente lembradas.
Visa também, prestar uma homenagem para esses cidadãos que dão nome a ruas, praças, repartições públicas, entre elas os patronos de escolas, como reconhecimento de serviços prestados. Para tal, pretende convidar o próprio colaborador ou na impossibilidade, seus familiares para receber as honrarias. O projeto contempla, num segundo momento a integração da sociedade com a escola, pois é uma oportunidade singular para os alunos terem contato com essas pessoas.
A pesquisa é uma ferramenta imprescindível na vida de todos, por isso o projeto se inicia com ela para os alunos terem o primeiro contato com a fonte do trabalho que será desenvolvido nas aulas de artes.
O objetivo principal do projeto será levar os alunos a conhecer a arte da caricatura, um pouco de sua história, os principais caricaturistas, chargistas, cartunistas para motivá-los posteriormente a produzirem suas caricaturas, tendo como referencial os vultos da sua cidade que eles pesquisaram.
O resultado do trabalho será apresentado na forma de uma exposição de arte, na unidade escolar, no dia da Feria Cultural, cujo tema central é: “Brasil: Mostra sua Cara”, que acontecerá no dia 11 de outubro de 2012 a partir das 13h.
No dia do evento, os homenageados poderão receber um certificado de honra ao mérito pela sua contribuição e participação no projeto como incentivadores do processo de ensino-aprendizagem, para uma educação diferenciada e inovadora, que se preocupa com a qualidade e disseminação do conhecimento e da cultura em nossa cidade, permitindo aos educandos encontrarem sentido nos  conteúdos estudados.
A caricatura é uma modalidade artística autônoma que está presente no cotidiano das pessoas desde o século XVI. Um dos pioneiros dessa modalidade foi o artista Annibale Carraci com seus desenhos exagerados representando pessoas importantes de sua época.
Artistas consagrados como Daumier utilizaram a arte da caricatura em suas obras. A palavra “Caricatura” vem do italiano e significa carregar, exagerar. É utilizada para realçar os traços fisionômicos da pessoa, mas hoje, qualquer coisa pode fazer parte dessa modalidade, basta que para isso se amplifique, que se fuja do tradicional realismo e se represente com elevado grau de exagero tanto para mais como para menos, é assim que se produz a caricatura.
Manuel de Araújo Porta-Alegre, foi o primeiro a publicar uma caricatura no Brasil
durante o período regencial em 1836.
Nesse projeto, o foco será a fisionomia de pessoas, a forma como foi empregada inicialmente, especialmente as pessoas que se destacaram na cidade de Guarulhos.

Justificativa
Arte – como matéria dinâmica repleta de exemplos pictóricos e grafismos utiliza-se de planos, linhas, volumes e intervenções, mas também, expressa-se nos registros cronológicos de seu tempo. Como o corpo é uma característica do ser humano, enfocamos mais diretamente o rosto, como representação individual, singular, aliada ao traço e a percepção. Procuramos através da caricatura que é a representação dos pontos fortes do ser representado, e pelo exercício técnico do desenho interpretamos as figuras que fizeram história e fazem parte da vida da cidade de Guarulhos. Desta forma, pretende-se ampliar a percepção visual, os conceitos de cidadania e o uso das técnicas de desenho e pintura, além de sensibilizar quanto as diferenças nas fisionomias das pessoas.

Objetivo
Levar a arte da caricatura, modalidade artística e profissional presente na sociedade moderna, usada para os mais diferentes fins: crítica social, denúncia, entretenimento e lazer, para a sala e permitir que se desmembre sua constituição para recriar e produzir, usando as ferramentas a disposição na escola.
Os educandos ao observarem as figuras escolhidas pela participação histórica, notável ou não, vão coletar dados, analisar as imagens e observar as proporções, que é o que diferenciam os indivíduos e explorar graficamente as características pessoais através da linha, da cor, da textura e da composição, com um olhar mais atento sobre este ou aquele ponto: olhos, boca, nariz, queixo, orelhas e etc.
            O cuidado na representação do rosto exige um nível de tolerância gráfico menor, do que o exigido na representação de objetos ou animais. É sabido que ao desenharmos, estamos usando o lado direito do cérebro, responsável pela emoção, concentração, o que leva a uma leitura mais apurada sobre a figura representada.

Áreas de abrangência
Ciências humanas e linguagens de signos e códigos

Competências das áreas
Investigação e compreensão; representação e comunicação; contextualização sócio-cultural.

Disciplinas envolvidas

História: estudo dos vultos
Arte: na análise das imagens, leitura fisionômica, produção de caricaturas, história da arte e desenho.

Conhecimento: conteúdos envolvidos em arte linha/ proporção/ equilíbrio/ ritmo, luz e sombra/ desenho/ caricatura.

Metodologia:
Adotar-se-á exercícios de observação, diferentes perfis, rostos, traços, hachuras, preenchimento de áreas, exercitamos o olhar, o senso crítico, o traço humorístico, a representação do rosto pela caricatura.
Produção artística com orientação pedagógica, exercícios sobre papel, pincel atômico, caneta hidrográfica.

Formas de apresentação: exposição no pátio da Unidade Escolar ou no espaço cultural Prof. José Ismael – Lago dos Patos – V. Rosália.

Cronograma – as atividades propostas serão desenvolvidas nos meses de agosto, setembro e outubro de 2012.

Avaliação - É parte integrante do processo ensino-aprendizado. Volta-se para a formação e desenvolvimento do educando e é pautada na orientação pedagógica e pelo desempenho, ação e reflexão sobre o conteúdo apresentado, ou seja, o aluno será avaliado no dia-a-dia e ao final do projeto.

Materiais
Folhas de papel branco no formato A1
Tinta guache nas cores: preto, branco, azul, amarelo, vermelho, laranja, verde.
Fita adesiva (crepe)
Expositores (para fixar os desenhos)
Espaço (sala para palestra)
Certificados

Sugestões estratégicas

-          Citações em sala dos grandes caricaturistas
-          Apresentação de obras editadas de cartunistas
-          Comentários a respeito do trabalho do cartunista nos meios de comunicação impresso, internet, áudio visual e vídeo.

Programação

-          Apresentação musical com o grupo Duo Amburana, dupla de flauta e violão, vinculada a Escola Municipal de Música (SP), Faculdade Cantareira e ao SESC. 

Professor: herói anônimo que luta em prol da educação

Com o objetivo de orientar e proporcionar metodologias inovadoras, a prof.ª de biologia Rita de Cassia M. de Oliveira, promoveu um encontro entre as turmas das 8ª séries do Ensino Fundamental da E. E. José Alves de Cerqueira César com palestra, produção e apresentação de trabalhos com o tema “Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis”.
O evento aconteceu após o intervalo no último dia 09/08/2012 e teve a duração de 3 (três) aulas. Os(as) alunos(as) fizeram muitas perguntas, demonstrando bastante interesse a respeito do assunto, o que suscitou dúvidas e curiosidades sobre gravidez na adolescência, fato que preocupa pais e professores.
Diante do que aconteceu, vai uma sugestão: transformar esse tema delicado, cheio de tabus, e importante para a área da saúde, num projeto pedagógico permanente onde os estudantes podem perguntar, tirara as dúvidas e esclarecer questões individuais para melhorar a qualidade de vida.
A internet, é o meio onde esses jovens vivem conectados, buscando soluções incertas, conversando com pessoas desconhecidas. Por que, então, não abrir um canal para canalizar e tirar todas as dúvidas desses jovens? A proposta é usar a tecnologia (internet), como ferramenta de educação e aprendizagem. Um espaço de comunicação entre os estudantes e os professores, para que todos possam perguntar sem constrangimento principalmente os mais inibidos, tudo o que desejam saber. As respostas podem servir de esclarecimento para outras pessoas que poderiam desconhecer o assunto e assim se informar, eliminar os tabus, manter o anonimato e eliminar a timidez, já que a vergonha é um dos fatores que impedem a transmissão das informações e dos saberes em casos como esse.
Falam, generalizando, nas mídias, que os professores são os responsáveis pelo quadro caótico em que a educação se encontra no Brasil. Mas, a educação ainda se mantém, por que existe muitos professores(as) persistentes. O problema, é que querem acabar com a categoria. Quer saber como? Impedindo-os de comandar a sala de aula, tirando sua autoridade, fazendo campanhas para provar a incapacidade deles, tentam desacreditar suas práticas, proíbem que se comunique livremente com os alunos sob pena de constrangimento. O poder da imprensa é enorme. Ela fala a todo momento o que pensa, usa o tempo que lhe convém a seu favor para falar a sua versão para milhões de pessoas ao mesmo tempo e não existe espaço nesses veículos controlados pelo “sistema” para esses profissionais (professores)poderem expor suas ideias. É uma luta desigual em que o sistema mantem a dianteira e os vassalos (professores que trabalham para se manterem vivos, terem o que comer), simplesmente, resistem; lutam isoladamente e aguentam firmes os percalços impostos pelo "destino".














sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Como elaborar uma pesquisa escolar


Quando o professor pede uma Pesquisa Escolar para fazer, geralmente os alunos ficam preocupados, principalmente quando é preciso fazer uma pesquisa detalhada, você tem que saber como organizar as ideias para não deixar o trabalho confuso e fora dos padrões solicitados.
Mas, não se preocupe, aqui vai uma orientação para você elaborar um trabalho da melhor maneira conforme foi solicitado.
Inicialmente é preciso ler, para ter um breve conhecimento do tema, procure ser bem objetivo, aponte as partes que são realmente importantes.
Quando já estiver com o tema definido, você pode iniciar a sua pesquisa através da internet, livros, enciclopédias, e se for um tema atual até mesmo em jornais e revistas.
Depois que você já possuir uma boa quantidade de materiais, comece a ler, e vá anotando as partes mais importantes. Quando estiver compreendido, pode se preparar para começar a escrever.
Para que o trabalho fique bem organizado e mais fácil de fazer, divida-o em três partes: Introdução, Desenvolvimento e Conclusão.
Na introdução você vai apresentar o tema, definir o que é, e vai mostrar brevemente o que o trabalho vai abordar.
O desenvolvimento é o corpo do trabalho, é onde você vai colocar toda a sua pesquisa, todas as informações que tem sobre o tema. Mas tome cuidado com a coerência do texto, procure colocar as informações de uma maneira organizada.
A conclusão é onde você vai colocar o que você concluiu fazendo o trabalho, tudo o que você aprendeu sobre o tema.
No final do trabalho deve conter a bibliografia, por isso é importante anotar os nomes dos livros, jornais, revistas, sites, e outras fontes que você pesquisou.
Nunca se esqueça de estar sempre focado no seu tema, para não desviar o assunto e acabar abordando temas que não fazem parte do objetivo do trabalho. 
Atenção: Tome muito cuidado com a ortografia, na hora de redigir o trabalho.
Para ter certeza de que o trabalho está pronto, releia todas as partes, para confirmar que não está faltando nenhuma informação e que não há nenhum erro de ortografia.

Atenção: Evite copiar o trabalho, pois, o mesmo perderá sua validade; a introdução e a conclusão principalmente, devem ser escritas com suas próprias palavras, só assim o trabalho atingirá o seu objetivo.
Por: Denis Basílio de Oliveira
Acessado em 10/08/2012

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

O Cerqueira César no Facebook

Acompanhe os acontecimentos da escola José Alves de Cerqueira César também pelo Facebook < Cerqueira César >. 

O estudo dos efeitos da luz sobre a superfície dos objetos

Os alunos se preparando para entender a experiência vivida pelo pintores Impressionistas.

Impressionismo é tema de aula no Cerqueira César

A Escola Estadual José Alves de Cerqueira César, está com a semana temática: Os Impressionistas.
Quem desejar conhecer um pouco mais sobre esse importante movimento artístico, basta participar das aulas de artes e experimentar os efeitos da
 luz sobre os objetos, sobre as pessoas e em tudo o que possa sofrer a ação da luz e da sombra. Além de informações teóricas, podemos desenhar e fotografar a ação dos raios luminosos para experimentar como fizeram os artista Impressionistas.
Conheça um pouco mais sobre o Impressionismo com o texto abaixo.
Por: Denis Basílio








Replanejamento com orientações para cuidar da voz


Por: Denis Basílio






























quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Aula/show no Cerqueira César sobre os cuidados com a voz

Replanejamento no Cerqueira César foi regado a capacitação e show ao vivo. No dia 31/07/2012, o professor Jaime paulino, Pós-graduado em Acupuntura e Fisioterapia Chinesa, juntamente com o professor de canto Leonardo Genorazzo, promoveram uma oficina na escola para ajudar os professores a cuidar da voz com exercícios práticos. Apesar do convite estendido a toda a rede, por meio do facebook e do blog da escola, só os professores do Cerqueira César comparecem e foram contemplados com uma bela aula sobre as cordas vocais e puderam usufruir do show que os dois convidados agraciaram a todos.
Por: Denis Basílio de Oliveira

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Aula/Show sobre os cuidados da voz no replanejamento - 2012

Replanejamento no Cerqueira César foi regado a capacitação e show ao vivo. No dia 31/07/2012, o professor Jaime paulino, Pós-graduado em Acupuntura e Fisioterapia Chinesa, juntamente com o professor de canto Leonardo Genorazzo, promoveram uma oficina na escola para ajudar os professores a cuidar da voz com exercícios práticos. Apesar do convite estendido a toda a rede, por meio do facebook e do blog da escola, só os professores do Cerqueira César comparecem e foram contemplados com uma bela aula sobre as cordas vocais e puderam usufruir do show que os dois convidados agraciaram a todos.
Por Denis Basílio de Oliveira